Archive for junho \28\UTC 2011

Promoção e pramocinha também

junho 28, 2011

Amigos leitores desse Blog,

 

Estou lançando uma promoção para uma nova grade de programação deste Blog. A tarefa é simples. Comente este post com assuntos para cada dia da semana, blogs de referência e/ou qualquer outra fonte de idéias para esse espaço.
Vale repetir os assuntos normais da nossa grade, caso seja do interesse de vocês.

Por favor deixar escrito também seu e-mail para contato!

As recompensas são as seguintes: LIVROS!!!!!

Serão distribuídos 2 exemplares do livro do neurocientista Miguel Nicolelis: 1 será sorteado para todos os que comentarem esse post (chance igual a todos os que comentarem) e o outro será dado para a melhor contribuição.

O prazo para comentários se encerrará no dia 15/07/2011 às 23:59.

 

Muito Além do Nosso Eu – Miguel Nicolelis. A nova neurociência que une cérebros e máquinas – e como ela pode mudar nossas vidas. O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis está à frente de um estudo revolucionário capaz de transformar a experiência humana na Terra. Neste livro, ele explica como a tão sonhada conexão entre cérebro e máquina está prestes a se tornar realidade.

Espero poder contar com a ajuda de vocês!

Sds,

DC

O Efeito do Tempo e a Mutabilidade das Coisas

junho 20, 2011

Hoje,ao invés de apenas um aforismo, trarei um pensamento. Nossa fonte: O Citador, é claro.

Deveríamos ter sempre diante dos olhos o efeito do tempo e a mutabilidade das coisas, por conseguinte, em tudo o que acontece no momento presente, imaginar de imediato o contrário, portanto, evocar vivamente a infelicidade na felicidade, a inimizade na amizade, o clima ruim no bom, o ódio no amor, a traição e o arrependimento na confiança e na franqueza e vice-versa. Isso seria uma fonte inesgotável de verdadeira prudência para o mundo, na medida em que permaneceríamos sempre precavidos e não seríamos enganados tão facilmente. Na maioria das vezes, teríamos apenas antecipado a acção do tempo. Talvez para nenhum tipo de conhecimento a experiência seja tão imprescindível quanto na avaliação justa da inconstância e mudança das coisas. Ora, como cada estado, pelo tempo da sua duração, existe necessariamente e, portanto, com pleno direito, cada ano, cada mês, cada dia parecem querer conservar o direito de existir por toda a eternidade. Mas nada conserva esse direito, e só a mudança é permanente.Prudente é quem não é enganado pela estabilidade aparente das coisas e, ainda, antevê a direcção que a mudança tomará. Por outro lado, o que via de regra faz os homens tomarem o estado provisório das coisas ou a direcção do seu curso como permamente é o facto de terem os efeitos diante dos olhos, sem todavia entender as suas causas. Mas são estas que trazem o germe das mudanças futuras, enquanto os efeitos, únicos existentes para os olhos, nada contêm de parecido. Os homens apegam-se aos efeitos e pressupõem que as causas desconhecidas, que foram capazes de produzi-los, também estão na condição de mantê-los. Nesse caso, quando erram, têm a vantagem de fazê-lo sempre em uníssono. Sendo assim, a calamidade que, em decorrência desse erro, acaba por atingi-los, é sempre universal, enquanto a cabeça pensante, caso erre, ainda permanece sozinha. Diga-se de passagem que temos aqui uma confirmação do meu princípio de que o erro nasce sempre de uma conclusão da consequência para o fundamento.

Arthur Schopenhauer, in ‘Aforismos para a Sabedoria de Vida’

O Disjuntor

junho 18, 2011

Ladies and Gentlemen, Luciano Pires.

Nas transmissões das lutas do MMA (Mixed Martial Arts, antigamente chamado de Vale Tudo), quando um lutador acerta um direto no queixo do outro, que cai como um saco de batatas, os locutores exclamam:

– Desligou o disjuntor!

Disjuntor é o dispositivo eletromecânico que desliga a corrente elétrica quando acontece um curto circuito. Comparando com um sistema de canos hidráulicos, a corrente é equivalente à taxa de vazão da água. Quando a taxa de vazão sobe demais, como acontece num curto circuito, o cano pode romper. E o disjuntor corta a corrente. A intensidade da corrente elétrica é medida em Ampéres (A) e os disjuntores atuam conforme a capacidade de amperagem para a qual foram projetados. Um disjuntor de 10 A desliga quando recebe uma corrente de 15 A por exemplo. Achei excelente o “desligou o disjuntor”, que cabe como uma luva quando tratamos de processos de comunicação. Quer ver?

Inaugurei uma nova palestra chamada “Tudo bem, se me convém”, na qual trato de comportamento ético. Logo no início apresento uma reportagem de TV, com um mendigo chamado Gilberto da Silva. Gilberto vive de catar latinhas pelas ruas. Uma noite, ele encontra milhares de cheques no lixo e entrega para a polícia. Num determinado momento do vídeo, a repórter diz:

– O velho das latas, mesmo vivendo com tão pouco, preferiu a honestidade.

Nesse momento interrompo o vídeo e entro em cena dizendo:

– É miserável porque é burro! Onde já se viu? Não tem o que comer, não tem o que vestir, não tem onde morar, acha dinheiro e devolve? É burro! Querem saber o que ele respondeu quando perguntaram por que devolveu o dinheiro?

Solto a segunda parte do vídeo onde Gilberto diz:

– Dignidade é uma coisa que não se pode dizer que tem, você tem que ter ela dentro de você…

Então peço à platéia que aplauda o Gilberto e – com a imagem dele na tela – explico que ele tem valores tão fortes que se sobrepõem à fome e miséria:

– Valores individuais são princípios fundamentais que tem a ver com virtude. Valores individuais orientam o comportamento, determinam nossas prioridades e nos definem como indivíduos.

A partir da atitude do mendigo – de devolver o que não é seu –  continuo a palestra tratando de virtude, ética e cidadania. E mais à frente quando em outro vídeo uma autoridade dá a entender que “achado não é roubado”, afirmo que isso é desculpa para praticar uma atitude amoral.

Sabe o que aconteceu? Mais de uma pessoa que estava na platéia se manifestou indignada, pois chamei o mendigo de burro e defendi que ele ficasse com o dinheiro…

Minha frase de impacto – “é burro!” – desligou o disjuntor. Quando a pessoa me ouviu dizê-la, seu cérebro desligou e ela não ouviu mais nada. Não importa se toda a sequência da palestra teve como foco o comportamento ético, se pedi para aplaudir o mendigo e se critiquei duramente quem pregou uma atitude contrária à dele.

Só sobrou o “é burro!”.

É por ter essa capacidade de desligar o disjuntor que certas frases e expressões, quando tiradas do contexto, ganham vida própria e passam a significar o contrário do que o que foi dito.

Por sorte, diferente dos fusíveis que queimam e precisam ser trocados, os disjuntores podem ser rearmados manualmente. É só religar. Mas vou tomar mais cuidado. A partir de agora colocarei um aviso informando a amperagem da palestra.

Assim, quem tiver disjuntor fraco se cuida.

Luciano Pires

Essa geração 80

junho 17, 2011

Reproduzo aqui um excelente artigo do Helio de La Pena, escrito para o Blog Inspiração Coletiva da Brastemp, sobre um dos fenômenos recentes que tenho observado: a atividade intensa do pessoal que já está a 8 década nesse mundão.

Fiquei surpreso ao constatar recentemente que João Gilberto completou 80 anos. Logo depois, descubro que Fernando Henrique Cardoso também está fazendo 80. Mesma idade de Zuenir Ventura. Fernanda Montenegro é dois anos mais velha que essa turma. Nomes que a gente ouviu a vida inteira, e que ainda dão o que falar,  percebo agora que estão há oito décadas no planeta. Uma marca e tanto!

Vemos, às vezes, tentativas desesperadas de parar o tempo. Gente que não se conforma com a própria idade e faz de tudo para disfarçá-la, no começo para os outros, depois para si mesmo. Gastam-se aposentadorias inteiras com tinta para o cabelo, cirurgias plásticas e outros artifícios. Franjinhas, tatuagens e minissaias que não ficam bem nem na Sabrina Sato… tudo para parecer um garotão ou uma menininha e o que se consegue é um risinho malicioso da molecada: “Nossa, que ridículo!”

Não é por aí. As pessoas citadas lá em cima chamam atenção dos mais jovens não pelo rabo de cavalo prendendo uns ralos fios de cabelo ou pela expressão facial congelada pelo botox. O que espanta é ver essa gente em atividade. Produzindo, criando, atuando, publicando. No ano passado dona Fernanda estava presente em quase todos os capítulos da novela Passione. E ainda podia ser vista no teatro. O enigmático João Gilberto não é visto nem pelo entregador de pizza que, segundo a lenda, tem que passar a encomenda por baixo da porta. Mas quando sai de casa, enche o teatro com gente querendo ver seu show, preciso por conta dos exaustivos ensaios. Semanalmente nos jornais lemos um artigo do Zuenir Ventura sobre os mais diversos assuntos. E Fernando Henrique, que poderia estar em sua fazenda tomando uma canja, anda por aí trazendo a discussão de assuntos polêmicos.

Essa gente não quer saber de ficar de bobeira descansando. Não é pra isso que se vive mais, não é por isso que se vive mais. Não é colocando um piercing no nariz ou no mamilo que o coroa se torna mais jovem. É mantendo a cabeça funcionando, buscando o prazer, o conhecimento, a presença na sociedade. Essa é a verdadeira fórmula da longevidade.

Vídeos para revolucionar a educação

junho 14, 2011

Salman Khan tem uma idéia de utilizar vídeos para revolucionar a educação. Você tá interessado? Assista! Vale a pena.

Salman Khan fala sobre como e porquê ele criou a incrível Khan Academy, um série de vídeos educacionais cuidadosamente estruturada que oferece matérias completas de matemática e, agora, de outras disciplinas. Ele mostra o poder dos exercícios interativos, e pede que os professores considerem inverter o modelo tradicional da sala de aula – dar aos estudantes vídeo-aulas para assistir em casa, fazer a ‘lição de casa’ na sala de aula com o professor disponível para ajudar.

Salman Khan: Vamos usar o vídeo para reinventar a educação

Metáfora da Educação

junho 13, 2011

“A educação é para a alma o que a escultura é para um bloco de mármore.”

Joseph Addison

Encontre sua paixão

junho 12, 2011

No site Entrepreneur, encontrei um artigo onde ele cita 5 exercícios criativos para você encontrar sua paixão, o que você gosta. Vou traduzir para vocês.

 

  1. Lembre de sua infância. O que você amava fazer?
  2. Crie um “Painel criativo”.  Coloque em um grande mural a palavra “Novo negócio” no centro e colecione imagens, poesias, artigos, frases, ou seja, tudo que te inspira!
  3. Faça uma lista das pessoas que estão onde você quer chegar. Estude-as.
  4. Comece fazendo o que você gosta, mesmo sem um plano de negócios.
  5. Pare de pensar como a mente de negócios.

Vou começar!!!!

Sds,

DC

Geração T

junho 11, 2011

Neste sábado, mais um excelente texto do Luciano Pires. Artigo Sensacional. Sou da geração Y e concordo com cada palavra deste texto daqui. Quero ver nascer a geração A, de AÇÃO!!

Ladies and Gentlemen, Luciano Pires!

Meu amigo Patrick é francês e vive no Brasil há anos. Tem uma visão crítica da forma de ser do brasileiro em comparação a outros povos, especialmente os europeus. E eu me divirto com ele. Recentemente, presente a um desses eventos badalados que tratam de redes sociais, ele me ligou para descrever o público. Jovens, muito jovens, com seus IPads e IPhones, tuitando furiosamente enquanto assistiam às palestras de dezenas de especialistas. Ao final da palestra, invariavelmente o apresentador dizia:

– Alguma pergunta?

Silêncio. Ninguém. Nada. E assim foi, de palestra em palestra. Ninguém nunca perguntava nada. O Patrick então disse que aquela era a geração T. Tê de testemunha: “Sou testemunha de tudo, mas não tenho opinião sobre nada.”
É isso mesmo que tenho visto por aí: a geração T dominando os espaços e dedicando-se à única coisa que consegue fazer: contar para os outros o que viu. Ou no máximo, repetir a opinião de terceiros, enquanto permanece incapaz de analisar, comparar, julgar e de emitir opiniões.

Mas sabe o mais louco? A “geração T”, diferente das outras gerações, parece não ter um período definido. Não é composta exclusivamente de gente que nasceu entre o ano x e o ano y… É claro que a quantidade de jovens é muito grande, mas ela generosamente engloba gente nascida desde 1950…

Em minha palestra “Quem não se comunica, se estrumbica” falo de um estudo que mostra que nos 40 mil anos que se passaram desde o momento em que o homem desceu das árvores até inventar a internet, a humanidade produziu 12 bilhões de gigabytes de informação, algo como 54 trilhões de livros com 200 páginas cada. Agora veja esta: somente no ano de 2002 produzimos os mesmos 12 bilhões de gigas! Geramos num ano o mesmo que em 40 mil anos… Em 2007 foram mais de 100 bilhões de gigas! E em 2012 serão alguns trilhões! Produzimos informação numa velocidade cada vez maior enquanto inventamos traquitanas que tornam cada vez mais fácil acessar essas informações. Mas de que adianta ter acesso às informações se não temos repertório para dar um sentido à realidade?

O resultado é a geração T, que sabe tudo que acontece, mas não tem idéia do por que acontece. Entrega-se à tecnologia de corpo e alma, como “vending machines”, aquelas máquinas automáticas de vender refrigerantes em lata, sabe? Distribuidores de conteúdo de terceiros, focados no processo de distribuição, mas sem qualquer compromisso com o conteúdo distribuído.

Nada a estranhar, afinal. Querer que as gerações que saem de nosso sistema educacional falido conheçam questões conceituais, paradoxos, tradições, estilos de comunicação, relações de causa e efeito, encadeamento lógico dos argumentos e significados para poder exercer o senso crítico é demais, não? É mais fácil e menos comprometedor simplesmente contar para os outros aquilo que ficamos sabendo.

A geração T não consegue praticar curiosidade intelectual, só a curiosidade social. Tentei achar um nome para esse fenômeno e acabei concluindo que só pode ser um: fofoca.

A geração T é a geração dos fofoqueiros. E você é testemunha.

Luciano Pires

Lista de desejos

junho 10, 2011

O que queremos fazer antes de morrer? Essa pergunta é crucial. Ela motiva a darmos sentido a nossa vida.

Alice Pyne, britânica, 15 anos tem desejos. Assim como eu e você. Ela foi destaque hoje dos jornais por ter publicado em seu blog sua lista de desejos. A questão principal é que ela sofre de câncer e já não há muito mais coisa que se possa fazer.

Ao ler a lista (abaixo) me deparei com uma questão: A experiência dá lugar a posse. Excetuando um Ipad roxo, todos os outros desejos são vivências!

  1. Nadar com tubarões
  2. Fazer todos assinarem lista de doadores de medula óssea
  3. Viajar ao Quênia (não posso viajar para lá agora, mas gostaria)
  4. Inscrever a cachorra Mabel em um concurso
  5. Fazer uma sessão de fotos com 4 amigas
  6. Ter uma sessão privada de cinema com as melhores amigas
  7. Desenhar uma caneca para vender para caridade
  8. Viajar em um trailer
  9. Passar uma noite em um trailer
  10. Ter um iPad roxo
  11. Ser uma treinadora de golfinhos (também não posso mais fazer esta)
  12. Encontrar a banda Take That
  13. Ir ao Cadbury World (parque temático da fábrica) e comer um monte de chocolate
  14. Tirar uma boa foto com a Mabel
  15. Ficar em um quarto de chocolate no (parque de diversões) Alton Towers
  16. Fazer meu cabelo, se alguém puder fazer algo com ele
  17. Fazer uma massagem nas costas
  18. Ver baleias

Sem bolsas, sapatos, roupas caras… Engraçado que é completamente na contra-mão do mundo consumista de hoje. Queremos sempre o próximo iphone, ipad ou outro “i”. O mundo é medido de acordo com o que produz. Você só tem atenção quando POSSUI algo.

Até que ponto ainda viveremos nessa pressa de obter tudo, e não viver?

Indico também um filme genial: “Antes de partir” (“Bucket List” em inglês) com Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes, Beverly Todd.

Carter Chambers (Morgan Freeman) é um homem casado, que há 46 anos trabalha como mecânico. Submetido a um tratamento experimental para combater o câncer, ele se sente mal no trabalho e com isso é internado em um hospital. Logo passa a ter como companheiro de quarto Edward Cole (Jack Nicholson), um rico empresário que é dono do próprio hospital. Edward deseja ter um quarto só para si mas, como sempre pregou que em seus hospitais todo quarto precisa ter dois leitos para que seja viável financeiramente, não pode ter seu desejo atendido pois isto afetaria a imagem de seus negócios. Edward também está com câncer e, após ser operado, descobre que tem poucos meses de vida. O mesmo acontece com Carter, que decide escrever a “lista da bota”, algo que seu professor de filosofia na faculdade passou como trabalho muitas décadas atrás. A lista consiste em desejos que Carter deseja realizar antes de morrer. Ao tomar conhecimento dela Edward propõe que eles a realizem, o que faz com que ambos viagem pelo mundo para aproveitar seus últimos meses de vida.

Ou seja, não dê importância ao ter e sim ao sentir.

Pense nisso. Já fez a sua lista?

DC

Googlar antes de tuítar

junho 10, 2011

Hoje, o post de Pedro tourinho, do Blog Inspiração Coletiva da Brastemp. DC

Um dia desses em que andava por Palo Alto, na Califórnia, onde ficam as sedes do Apple, do Facebook e do Google, passei por uma Igreja que tinha uma placa enorme com o seguinte dizer: ”Nem todas as respostas para suas buscas estão no Google.”

Pensei, pensei… E a pergunta que ficou foi: será?

Posso dizer que para mim existe a vida a.g. (antes do Google) e d.g. (depois do Google). Hoje, dificilmente faço um planejamento, desenvolvo uma ideia ou tomo uma decisão sem passar algum tempo navegando por lá. Li em algum lugar que googlar antes de tuítar é o novo pense duas vezes antes de falar. E é verdade.

Sem falar no Dr. Google. Uma pesquisa recente revelou que 80% dos brasileiros que usam internet já buscaram informações médicas online. Assim como nos Estados Unidos, 1 em 3 mulheres afirmam que preferem as informações de saúde que conseguem online do que tentar arrumar um horário com um médico. Principais motivos: podem encontrar a informação que desejam mais rapidamente, na hora mais conveniente e pagando menos, ou nada.

E planejar uma viagem? Também nunca foi tão fácil. Além de encontrar a passagem mais barata, críticas e comentários de turistas sobre cada hotel ou roteiro, hoje também é possível literalmente checar antes cada ponto turístico, ou a fachada e tamanho da piscina de cada hotel da sua viagem usando o Google Maps. Pois é, o jogo mudou.

Mas hoje, gostaria de aceitar a inspiração dessa frase que li em Palo Alto, e fazer seguinte a pergunta: que tipo de resposta não se deve procurar no Google?

Como encontrar um grande amor? Como fazer os melhores amigos? Como educar meus filhos? Como agradecer aos meus pais? O que dizer aos meus irmãos? Onde me sinto mais feliz? O que me faz feliz?

Se você digitar qualquer uma dessas perguntas, sem dúvida receberá respostas. Mas será que fará algum sentido? Ou melhor, será que te fará bem encontrar no tempo de um clique respostas que levam uma vida inteira para serem respondidas?

Humilde conclusão: Não faça ao Google perguntas que só você pode responder. Para as grandes questões, a vida continua sendo nosso melhor buscador. Inspire-se.

Carpe diem!