Archive for the ‘Idéias’ Category

Vídeos para revolucionar a educação

junho 14, 2011

Salman Khan tem uma idéia de utilizar vídeos para revolucionar a educação. Você tá interessado? Assista! Vale a pena.

Salman Khan fala sobre como e porquê ele criou a incrível Khan Academy, um série de vídeos educacionais cuidadosamente estruturada que oferece matérias completas de matemática e, agora, de outras disciplinas. Ele mostra o poder dos exercícios interativos, e pede que os professores considerem inverter o modelo tradicional da sala de aula – dar aos estudantes vídeo-aulas para assistir em casa, fazer a ‘lição de casa’ na sala de aula com o professor disponível para ajudar.

Salman Khan: Vamos usar o vídeo para reinventar a educação

Encontre sua paixão

junho 12, 2011

No site Entrepreneur, encontrei um artigo onde ele cita 5 exercícios criativos para você encontrar sua paixão, o que você gosta. Vou traduzir para vocês.

 

  1. Lembre de sua infância. O que você amava fazer?
  2. Crie um “Painel criativo”.  Coloque em um grande mural a palavra “Novo negócio” no centro e colecione imagens, poesias, artigos, frases, ou seja, tudo que te inspira!
  3. Faça uma lista das pessoas que estão onde você quer chegar. Estude-as.
  4. Comece fazendo o que você gosta, mesmo sem um plano de negócios.
  5. Pare de pensar como a mente de negócios.

Vou começar!!!!

Sds,

DC

Transformando lixo em brinquedos educativos

junho 7, 2011

Incrível como a paixão pode nos mover. Arvind Gupta faz brinquedos. E com isso muda muita coisa…

Na Conferência INK, Arvind Gupta compartilha simples mas impressionantes planos para transformar seriamente lixo em brinquedos divertidos e bem projetados que as crianças podem elas mesmo construir – ao mesmo tempo elas aprendem os princípios básicos da ciência e do design.

Arvind Gupta: Transformando lixo em brinquedos educativos

DC

Matar árvores é assassinato

maio 31, 2011

Nessa terça-feira, com atraso, abriremos espaço para uma pequena homenagem a um cidadão que fazia diferença.

Líder ambientalista no Pará, ele trabalhava em prol da conservação da mata. Cada arvóre cortada é um assassinato: sua apresentação no TEDxAmazônia.

Este Blog, desde o início, incentiva a não passividade.  E ele é um grande exemplo disso.

Fonte: TEDx Amazônia.

Não consegui achar o link do vídeo, mas encontrei sua palestra escrita. Vale a pena ler.

Eu vou iniciar a minha palestra contando uma história do local onde eu vivo, do meu município, e um pouco da minha história de vida até a data de hoje.

Em 97, foi criado no município de Nova Ipixuna o primeiro PAE, Projeto de Assentamento Extrativista, Praia Alta Piranheira.

A gente tinha uma cobertura vegetal de 85% de floresta nativa a qual concentrava castanha e cupuaçu.
Hoje, com a chegada das madeireiras, das gozeiras que chegaram para Marabá, hoje, resta pouco mais de 20% dessa cobertura já fragmentada em muitos lugares.
É um desastre para quem vive do extrativismo como eu, que sou castanheiro desde os 7 anos de idade, vivo da floresta, protejo ela de todo o jeito.

Por isso eu vivo com a bala na cabeça a qualquer hora.

Porque eu vou para cima, eu denuncio os madeireiros, denuncio os carvoeiros, e por isso eles acham que eu não posso existir.
A mesma coisa que fizeram no Acre com o Chico Mendes, querem fazer comigo.
A mesma coisa que fizeram com a Irmã Dorothy, querem fazer comigo.
Eu posso estar hoje aqui, conversando com vocês, daqui a um mês, vocês podem saber a notícia que eu desapareci.
Me pergunto: tenho medo? Tenho. Sou ser humano, tenho medo.
Mas, o meu medo não empata de eu ficar calado!
Enquanto eu tiver força para andar, eu estarei denunciando todos aqueles que prejudicam a floresta!
Essas árvores que têm na Amazônia, são as minhas irmãs.
Eu sou filho da floresta.
Eu vivo delas, dependo delas, faço parte delas.
Quando eu vejo uma árvore dessas em cima de um caminhão indo para a serraria, me dá uma dor.
É o mesmo de eu estar vendo um cotejo fúnebre levando o ente mais querido que você tem!
Por quê? É vida.
É vida para mim, que vivo na floresta, é vida para todos vocês que vivem nos centros urbanos!
Porque ela está lá purificando o ar, ela está lá dando o retorno para nós.
E o desmando, por causa de um conjunto de gentes que só pensam no capital, pensam só neles, não pensam nas futuras gerações, não pensam em nada.
Estão fazendo o quê estão fazendo no nosso município.

É uma vergonha porque não se acha uma ação corajosa para resolver esse problema.

Esse é o entrave.
O meu objetivo, como eu vivo da floresta, como eu sobrevivo dela.
Essa castanheira, como eu sou castanheiro desde pequeno, vendia “in natura”.
Como o preço despencou, e eu tenho que sobreviver, agora eu estou industrializando ela no meu próprio lote.
Eu faço óleo, um óleo de primeira qualidade, rico em selênio, bom para fazer todo o tipo de comida, frituras e tudo, e se usa como óleo de oliva na salada.
O resíduo chama-se bagaço, se faz sorvete, biscoito, o quê a sua imaginação der para fazer para comer.
Isso já está indo para o mercado aos poucos.
O pessoal da universidade, pessoal da CPP, CNS, Belém, estão me comprando direto esse óleo, porque além de ser bom para comer, é ótimo remédio.
Como vocês sabem, que o selênio combate câncer.
Agregando valor à floresta, a floresta, ela tem que ser preservada de qualquer maneira.
Porque tudo que existe na floresta é rentável e dá dinheiro!
Eu sou artesão em cipó.
Se o negócio está preto, eu vou lá e tiro o cipó e faço 10 cestas.
Eu faço 100 reais, dez cestas que eu faço num dia.
Cestinha pequena.
Se for uma cesta maior, se faz 20 reais de uma para outra, faz 200 reais.
E ela está lá, continua me dando, no dia que eu quero, eu vou lá e apanho.
Agora, o cara só acha que ela só dá recurso se for derrubada, se for queimada, se produzir carvão.
Isso me deixa triste.
Agora eu vou fazer um pedido para vocês todos que estão aqui.

Quando vocês forem comprar alguma coisa que seja derivada de madeira, que seja derivada da floresta, procurem a origem. Só assim nós vamos começar a frear uma coisa que a gente não consegue lá no mato.

Se você começar a dizer não para as madeiras duvidosas, que não tem procedência, que não tem origem, o mercado começará a enfraquecer e eles verão que não está dando mais resultado.
Ou eles se enquadram dentro da lei, ou fecham as portas.
Agora, enquanto existirem quem compre madeira ilegal, quem compre coisas ilegais vindas da floresta, isso vai continuar.
E quem vai ficar perdendo somos nós que vivemos na floresta e vocês que, mais tarde não terão, porque ela acabará um dia.
E se acabar, como é que o pessoal, como é que nós vamos viver?
Primeiro de tudo: acaba a água.
Primeiro de tudo: não vai dar mais alimento.
Vai faltar a chuva, como já foi falado aqui, pelos outros palestrantes que me antecederam.
São coisas para pensar, são coisas para a gente colocar a cabeça no travesseiro e ficar é viável, desmatar? Não!
Ela é viável em pé!
É uma coisa que você não água, você não coloca adubo, você só tem o trabalho de ir buscar o quê ela produz.
Lá, na minha pequena propriedade, eu produzo óleo de castanha, manteiga de cupuaçu, polpa de cupuaçu, faço artesanato em cipó e em madeira, agora, eu aproveito as madeiras que a natureza derruba.
As que a natureza põe no chão para mim, eu vou lá e aproveito ela e, no lugar daquela que caiu, eu planto outra.

Porque no dia em que eu me for, vai ficar a minha continuidade aí, ficarão outras pessoas que virão e querem a mesma coisa que eu tenho hoje.

Então, a floresta é sustentável duas vezes mais em pé do que derrubada, porque quando você derruba, você só tem uma vez, e quando você deixa ela em pé, você tem ela para sempre.
Você tem hoje, amanhã, você vai embora, ficam outras pessoas que vão se usufruir do mesmo jeito que você, e vai viver bem.
Será possível que é esse aí o futuro da Amazônia!?
Será possível que esse aqui é o futuro do planeta!?
Eu acho que isso, nós não queremos, nem hoje.
E os que vêm depois?
Pegarão uma coisa dessas? Desfigurada, morta? É coisa para analisar, é coisa para pensar. Se é isso que nós queremos.
Não! Está nas nossas mãos e a gente tem o futuro pela frente e deve decidir se nós queremos isso aí, ou aquela imagem primeira, que foi colocada.
Muito obrigado.

O Brasil é menor com a sua perda.

DC

Estamos prontos para uma nova evolução?

maio 24, 2011

Na coluna do TED de hoje, o médico Harvey Fineberg traz a seguinte questão:

e se consegíssemos nos alterar geneticamente, para sermos mais bonitos, atléticos, criativos? Com certeza seria um mundo completamente diferente.

Harvey Fineberg, especialista em ética médica, nos mostra três caminhos para a espécie humana em evolução constante: parar de evoluir por completo, evoluir naturalmente – ou controlar os próximos passos da evolução humana, usando modificações genéticas para nos tornar mais espertos, rápidos e melhores. A neo-evolução está ao nosso alcance. O que vamos fazer com ela?

Harvey Fineberg: Estamos prontos para a neo-evolução?

Um vídeo que com certeza vai fazer você pensar…

Sds,

DC

Simplesmente Brilhante!

maio 13, 2011

25 de novembro de 2010 – traficantes fugindo da polícia atravessam a estrada que é uma das saídas do morro do alemão.

15 de maio de 2011 – uma corrida pelo mesmo trajeto. Agora pedindo paz.  Simplesmente brilhante.

Uma iniciativa – afroreggae.

Ideías para erradicar a miséria – o cadastro único

maio 11, 2011

Seguindo a série do IPC-IG sobre idéias para erradicar a miséria. O assunto de hoje é sobre o cadastro único, ferramenta de caracterização da população assistida, de forma a não sobrepor instrumentos. Segue o texto sobre o cadastro único extraído so site.

CAPÍTULO 3: O CADASTRO ÚNICO

O Cadastro Único é o instrumento de caracterização socioeconômica da população potencialmente elegível para os programas sociais focalizados. Ele foi instituído em 2001 como forma de evitar sobreposição entre os diversos programas de transferência de renda que antecederam ao Programa Bolsa Família. Mas, de fato, foi apenas com a unificação destes programas sobre a égide do Bolsa Familia e a partir da expansão e consolidadação do programa, que houve uma melhora substantiva na qualidade da informação disponível no cadasstro. Famílias com renda de até meio sálario mínimo per capita ou renda familiar total de três salários mínimos poder ser registradas no Cadastro Único. Atualmente o Cadastro Único conta com mais de 19 milhões de famílias inscritas. O cadastramento das famílias é realizado pelos municípios, que seguem as normativas estabelecidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

O Cadastro é um podereso instrumento para melhor informar os governos federal, estadual e municipal sobre as características da população e de seu ambiente, de modo a fornecer subsídios para o aperfeiçoamento das políticas públicas. Particularmente, no que se refere ao diagnóstico das necessidades e ao monitoramento da população potencialmente beneficiária de programas sociais focalizados.

O MDS incentiva o aprimoramento do Cadastro através de recursos repassados aos muncícipios e também aos estados com base no Indice de Gestão Descentralizada. Um indicador sensível à qualidade dos registros do cadastro bem como ao nível de atualização da informação ali contida. De acordo com o pesquisador Ricardo Paes de Barros (SAE/PR), em estudo realizado em 2008, boa parte da boa focalização do Bolsa Família se devia à habilidade dos gestores municipais e assistentes sociais em identificar os pobres nos municípios. Ele constatou em seu estudo que eficiência do processo de inscrição no Cadastro Único a nível local explicava em 62% a boa focalização do Programa, enquanto a existência de quotas municipais explicava 32%; os restantes 6% se deviam à informação da renda disponível no cadastro.

Link para a página e para o vídeo

Sds,

DC

Estou errado. Que bom.

maio 10, 2011

Temos uma cultura de aversão ao erro. Precisamos ser perfeitos. Nunca falhar. Será que é isso mesmo?

No vídeo do TED de hoje, vemos uma apresentação da Kathryn Schulz que fala sobre o erro.

Muitos de nós faria qualquer coisa para evitar estar errado. Mas, e se estivermos errados sobre isso? “Errologista” Kathryn Schulz apresenta um convincente argumento para não apenas admitirmos mas também abraçarmos nossa falibilidade.

Vídeo:Kathryn Schulz: Sobre estar errado

Precisamos de Religião

maio 9, 2011

Amigos,

encontrei no Blog Inteligência Empresarial, do professo Marcos cavalcanti, um post bastante interessante sobre a necessidade de nos religarmos. Vou transcrever aqui. Vale a pena.

Embora tenha estudado em um colégio católico, sempre me defini como ateu. Demorei mas entendi: todos precisamos de religião.

Uma das etimologias possíveis da palavra religião é religare, ou religar. Uma das causas da crise econômica, ecológica, política e ética atual é a falta de religare…

Há séculos que nos ensinam que é preciso “dividir para governar”, que precisamos reduzir o tamanho dos problemas transformando-os em problemas menores e que todo sistema complexo pode ser entendido inteiramente à partir das propriedades das suas partes. Dentro desta linha de pensamento as descrições do mundo devem ser objetivas – isto é, independentes do observador e do processo de conhecimento e que existe uma verdade, que é a “verdade científica.”

Esta visão “científica” e cartesiana nos ajudou muito nos últimos dois séculos, mas hoje é um entrave ao avanço da humanidade.

Ao invés de separar, precisamos religare as pessoas, os assuntos, os problemas, para encontrarmos as soluções.

Não se produz conhecimento através de acúmulo de informações. Precisamos aprender a tecer os vínculos entre as diferentes informações e experiências humanas. Os problemas humanos não podem mais ser resolvidos de maneira unilateral e unidimensional, como se pertencessem a “disciplinas” ou “domínios” separados da atividade humana: política, economia, sociologia, ecologia… O sequenciamento do genoma humano foi uma obra coletiva de diferentes pesquisadores (biólogos, matemáticos, informáticos), o enfrentamento da questão ambiental só será efetivo se conseguirmos lidar com a interdependência de diversos fatores (econômicos, ambientais, sociais e políticos).

Todos os fenômenos que precisamos compreender interagem e dependem uns dos outros. Uma inteligência que procure compartimentá-los e tente quebrar a complexidade dentro da qual o mundo é criado será uma inteligência míope, fadada ao fracasso.

Precisamos reaprender a aprender. Não mais uma educação que nos faz acumular informação, separa e isola os problemas, mas uma educação que nos ensine a religar e contextualizar.

E precisamos fazer isto sem dogmatismo, aprendendo a dialogar com quem é diferente de nós. Será um caminho difícil e complexo? Provavelmente. A questão é: o que fazer? Podemos nos retrair, nos preocuparmos com outra coisa ou nos anestesiar, fingindo que não é comigo. Mais dia menos dia o problema vai bater na nossa porta, maior do que antes. Sofremos mais tentando evitar a dor do que com a dor em si. Quando temos coragem de sair da inércia e tentamos fazer algo, podemos não conseguir. Mas 100% das pessoas que conseguiram, tentaram…

O Programa Bolsa Família

maio 4, 2011

Seguindo a série “Idéias para erradicar a miséria”, iniciativa do IPC-IG (Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo), temos como tema de hoje o programa do governo o Bolsa Família. Os textos abaixo foram extraídos do próprio site.

O Programa Bolsa Família

O desafio da erradicação da miséria entrou de vez para a agenda política dos líderes mundiais. O Brasil, expoente entre as economias emergentes, figura entre os principais representantes dessa luta, que busca aliar o desenvolvimento econômico à integração social daqueles que ficaram de fora da distribuição dos frutos desse crescimento. A série “Ideias para Erradicar a Miséria” busca promover o debate sobre estratégias de proteção social a partir das experiências dos países em desenvolvimento.

A série consistirá em sete capítulos semanais, que abordarão diversas questões e enfoques sobre a temática da erradicação da pobreza extrema, tais como conceitos de proteção social, diferentes abordagens sobre a gestão de programas de transferência de renda, inovações na geração de empregos e agricultura familiar. Cada capítulo trará um episódio do documentário “Uma Jornada pela Proteção Social no Brasil”, produzido em dezembro de 2010 no âmbito do Programa África-Brasil de Cooperação em Desenvolvimento Social, bem como publicações e materiais de referências do IPC-IG e de sua rede de parceiros.

Capítulo 2: O Programa do Bolsa FamíliaO Programa Bolsa Família é o maior programa de transferência condicionada de renda do mundo, atendendo a mais de 12 milhões de famílias em todo território nacional. As transferências monetárias do programa são recebidas mensalmente por famílias extremamente pobres, e por famílias pobres nas quais existam crianças de até 15 anos de idade e/ou mulheres grávidas. A depender da renda familiar por pessoa, do número e da idade dos filhos, o valor do benefício recebido pela família pode variar entre R$ 32 a R$ 242.

O programa foi instituído em 2004 a partir da unificação de alguns programas sociais de transferência de renda – condicionada e não-condicionada – do Governo Federal. Os principais programas unificados foram: o BOLSA ESCOLA, um subsídio voltado à educação primária; o FOME ZERO e o BOLSA ALIMENTAÇÃO cujas transferências visavam à garantir segurança alimentar; e o VALE GÁS, um subsídio para ajudar famílias pobres a comprar gás de cozinha. Criado, o BOLSA FAMÍLIA passou por uma rápida expansão, incluindo um número cada vez maior de famílias pobres e extremamente pobres entre seus beneficiários.

De acordo com um estudo* do IPC-IG, os programas de transferências de renda foram responsáveis, sozinhos, por mais de 30 por cento da redução recente da desigualdade de renda no país. A desigualdade no Brasil, conforme medida pelo coeficiente de Gini, caiu de 0,59 em 2001 para 0,53 em 2007. A significativa redução da pobreza experimentada pelo Brasil na última década vem sendo também atribuída, em parte, aos resultados positivos acreditados ao Programa Bolsa Família. Dados recentes** indicam que, entre 2003 e 2008, houve uma redução de 43,03% da pobreza no país, o que corresponde à saída de 19,3 milhões de pessoas da miséria ou pobreza extrema (renda per capita abaixo de R$ 137,00 a nível domiciliar).

*IPC-IG One Pager No. 89, Julho de 2009
** Dados do CPS/FGV e da PNAD

Vídeo Bolsa Família