Archive for the ‘Arte’ Category

A leitura que abre mundos

maio 8, 2011

Obra do artista Rob Gonsalves diz tudo. A leitura é uma forma de “abrir mundos”.

Pense nisso. Leia mais.

DC

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Inspiração que vem de dentro

abril 25, 2011

Uma das minhas maiores lembranças de quando era criança é a de desmontar brinquedos para saber como eram as engrenagens. As obras me levaram para essa época.

O Blog é uma iniciativa da Brastemp.

Todo mundo já teve na família, ou pelo menos conhece a história, de um menino que chegava na casa de um parente e, sorrateiramente, desaparecia com um rádio. Não, ele não era um cleptomaníaco! Na verdade, ele era um “desmontador“. E aí, depois de uns bons safanões da mãe, o danado tinha que quebrar a cabeça para devolver o rádio funcionando para a tia, e aprendia que não se deve desmontar os equipamentos alheios.
O inglês Todd McLellan certamente viveu situações muito parecidas com esta que acabamos de contar! Uma vez te apresentamos aqui uma artista plástica que mostra o lado inverso das coisas. No caso de Todd, sua obra apresenta o lado de dentro das coisas. Meticulosamente, o artista desmonta elementos do nosso cotidiano, como relógios, telefones e máquinas de escrever. E, como num “anti quebra-cabeça”, Todd organiza as trocentas pecinhas que encontra, e fotografa as composições. E deste caos organizado, nascem lindas imagens, harmoniosas e inusitadas.

Se seu telefone quebrar, não esqueça de convidar aquele seu sobrinho arteiro, que a mãe chama com orgulho de “pequeno inventor”, para visitar a sua casa!

A música venceu

março 9, 2011

Com certeza o carnaval é uma forte expressão da cultura e arte brasileira.

Nesta quarta-feira saberemos o vencedor do carnaval do Rio. Porém quero dedicar esse espaço de hoje ao homenageado da campeã de São Paulo: o pianista e maestro João Carlos Martins. Acredito que a maior parte dos brasileiros não sabe quem é. Uma pena.

Do Wikipedia tiro o texto abaixo contando sua história:

João Carlos começou seus estudos ainda menino, no dia em que seu pai comprou um piano, com a professora Aida de Vuono. Aos oito anos, seu pai o inscreveu em um concurso para executar obras de Bach e ele venceu seu primeiro de tantos outros que estavam por vir. Começou a estudar no Liceu Pasteur e, com 11 anos, já estudava piano por seis horas diárias. Teve, no Liceu, aula com o maior professor de piano da época — um russo radicado no Brasil, chamado José Kliass. Sempre buscou a perfeição para se tornar um verdadeiro intérprete. Venceu o concurso da Sociedade Brito de São Petersburgo. Seus primeiros concertos trouxeram a atenção de toda a crítica musical mundial. Foi escolhido no Festival Casals, dentre inúmeros candidatos das três Américas para dar o Recital Prêmio em Washington. Aos vinte anos estreou no Carnegie Hall, patrocinado por Eleanor Roosevelt. Tocou com as maiores orquestras norte-americanas e gravou a obra completa de Bach para piano. Foi ele quem inaugurou o Glenn Gould Memorial em Toronto.

Um amor tão grande pela música, uma dedicação tão intensa e meritória de admiração e respeito. João Carlos Martins viu-se por diversas vezes privado de seu contato com o piano, quando teve um nervo rompido e perdeu o movimento da mão direita em um acidente em um jogo de futebol em Nova Iorque.

Com vários tratamentos, recuperou parte dos movimentos da mão, mas com o correr dos anos desenvolveu a doença chamada LER, que ocorre devido a movimentos repetitivos e causa o estressamento de nervos. Novamente teve que parar de tocar, e dessa vez acreditou seria para sempre. Vendeu todos seus pianos e tornou-se treinador de boxe, querendo estar o mais longe possível do que sua carreira significava como músico. Mas sua incontrolável paixão o fez retornar, e realizou grandes concertos, comprou novos instrumentos e tentou utilizar o movimento de suas mãos criando um estilo único de tocar e aproveitar ao máximo a beleza das peças clássicas. Utilizou-se da mão esquerda para suas peças e obteve extremo sucesso com esta atitude.

Ao realizar um concerto em Sofia na Bulgária, sofreu um ataque em um assalto, e um golpe na cabeça lhe fez perder parte do movimento de mãos novamente. E ao se esforçar, sofria dores intensas em suas mãos, principalmente na esquerda. Novamente pensou que nunca mais voltaria a tocar. João perdeu anos de sua carreira em tratamentos, treinamentos e encontrou novamente uma nova maneira de tocar, utilizando os dedos que podia em cada mão, mas dia a dia podia tocar menos e menos com o estilo e maestria de antigamente.

Essa paixão de João Carlos pela música inspirou um documentário franco-alemão chamado Die Martins Passion, vencedor de quatro festivais internacionais — FIPA DÓR 2004; BANFF ROCKIE AWARD 2004; CENTAURO com o melhor documentário de longa-metragem, S. Petersburgo; BEST DOCUMENTARY AWARD, Pocono Mountains Film Festival, USA.O documentário franco-alemão sobre a sua vida – “Paixão segundo Martins” – já foi visto por mais de um milhão e meio de pessoas na Europa. Também já foi exibido em algumas oportunidades na TV aberta no Brasil, no caso a TV Cultura.

“Eu estava sem rumo, em 2003, já sabendo que não poderia mais tocar nem com a mão esquerda. Sonhei então, que estava tocando piano, com o Eleazar de Carvalho, que me dizia: – vem para cá, que eu vou te ensinar a reger.” – palavras de João Carlos em uma entrevista.

Em maio de 2004, esteve em Londres regendo a English Chamber Orchestra, uma das maiores orquestras de câmara do mundo, numa gravação dos seis Concertos Branndenburguenses de Johann Sebastian Bach e, já em dezembro, realizou a gravação das Quatro Suites Orquestrais de Bach com a Bachiana Chamber Orchestra. Os dois primeiros CDs já foram lançados (lançamento internacional).

Incapaz de segurar a batuta ou virar as páginas das partituras dos concertos, João Carlos faz um trabalho minucioso de memorizar nota por nota, demonstrando ainda mais seu perfeccionismo e dedicação ao mundo da música.

João Carlos realiza,também, na Faculdade de Música da FAAM, um programa de introdução à música com jovens carentes.

A atuação de resgatar a música para as pessoas que conhecem ou ainda nunca tiveram contato com ela faz parte deste “momento mágico” em que vive o maestro João Carlos Martins. Trabalha diariamente com pessoas de todas as camadas por querer mostrar que realmente “A música venceu!”. E consegue.

A arte ( Música & Carnaval ) são peças fundamentais nessa história de superação.

Parabéns Vai-Vai, Parabéns João Carlos Martins.

Minhas sinceras homenagens.

DC

Impossível por Escher

março 2, 2011

Mais uma vez, trago o artista M.C. Escher. Aliás ele está se tornando meu artista preferido. A cada vez que observo suas obras, mais perplexo fico.

Uma das características do Escher é imaginar o impossível. Você já imaginou três perspectivas diferentes de um mesmo objeto na mesma cena? Não? Mas o Escher já. É fantástico!

Devemos ressaltar aqui o grande papel da geometria, forte aliada do autor. Suas obras demonstram um uso magnífico das linhas e perspectivas. Simplesmente F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O.

Esta obra chama-se relatividade. O uso da geometria nas escadas para a montagem da cena. Parece até possível construir tal lugar! O impossível materializado.

Pense em uma coisa impossível hoje.

Meu pensamento impossível de hoje é:

Erradicação do conceito de obsolescência programada dos produtos. Chega de consumir mais do que o planeta pode oferecer.

Sds,

DC

O legado da semana de 22

fevereiro 23, 2011

Antropofagia – Tarcila do Amaral

Nas três últimas semanas, reservamos esse espaço de quarta para falar da Semana de Arte Moderna de 1922, que aconteceu em São Paulo. Os posts Semana da arte moderna de 22, Manifesto Antropófago e este de hoje completam a singela homenagem à nossa história de contestação, de quebra de paradigmas.

O post de hoje está dividido em 2 partes. A primeira é uma cronologia que começa com acontecimentos que antecederam os dias de evento da semana de 22 e um resumo dos 3 dias de evento. A fonte é o banco de dados do jornal Folha de São Paulo.

Na segunda parte há algumas edições da revista Klaxon, meio de comunicação da nova escola artística que nasceu nesse evento.

Alguns Fatos Importantes que Antecederam a Semana de Arte Moderna de 1922

1911 — Oswald de Andrade funda o periódico “O Pirralho”

1912 — Oswald chega ao Brasil trazendo da Europa o conhecimento de novas formas de expressão artística, como as de Paul Fort e as sugeridas pelo “Manifesto Futurista” do poeta italiano Marinetti. Surgem as primeiras colagens de Braque e Picasso, possíveis origens do cubismo

1913 — Exposição do pintor Lasar Segall em Campinas (São Paulo)

1914 — O francês Marcel Duchamp lança os ready-mades

1915 — O poeta Ronald de Carvalho participa no Rio da fundação da revista “Orfeu”, dirigida em Portugal por Fernando Pessoa e Mário de Sá Carneiro

1917 — Exposição de Anita Malfatti. O escritor Monteiro Lobato escreve o artigo “Paranóia ou Mistificação?”, onde critica vigorosamente as inovações na pintura de Anita e se envolve em uma polêmica com os principais artistas do movimento modernista

1918 — É lançado o “Manifesto Dadá”

1919 — Surgimento do Fascismo na Itália e adesão de Marinetti

1920 — Oswald de Andrade e Menotti del Picchia fundam a revista “Papel e Tinta”. Graça Aranha publica “Estética da Vida”. Victor Brecheret expõe as maquetes do monumento às Bandeiras (SP). Exposição de Anita Malfatti e John Graz.

1921 — Oswald de Andrade publica “Meu Poeta Futurista” e Mário de Andrade responde com “Futurista?!”. Mário publica o artigo “Mestres do Passado”

Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Victor Brecheret, Plínio salgado, Anita Malfatti, Menotti Del picchia, Guilherme de Almeida, Sergio Milliet, Heitor Villa-Lobos, Tarsila do Amaral, Tácito de Almeida, Entre outros.

A SEMANA

13.fev.1922 — A Semana de Arte Moderna é inaugurada no Teatro Municipal de São Paulo com palestra do escritor Graça Aranha, ilustrada por comentários musicais e poemas de Guilherme de Almeida. O primeiro dia corre sem tropeços. Depois da longa e erudita fala de Aranha, um conjunto de câmara ocupa o palco para executar obras de Villa-Lobos. Após o intervalo, Ronald de Carvalho discursa sobre pintura e escultura modernas. A platéia começa a se manifestar. Diante dos zurros do público, Ronald de Carvalho devolve: “Cada um fala com a voz que Deus lhe deu.” O gran finale surge na forma de um recital de música comandado pelo maestro Ernani Braga

15.fev.1922 — A noite que celebrizou a semana começa com um discurso de Menotti del Picchia sobre romancistas contemporâneos, acompanhado por leitura de poesias e números de dança. É aplaudido. Mas, quando é anunciado Oswald de Andrade, começam as vaias e insultos na platéia, que só param quando sobe ao palco a aclamada pianista Guiomar Novaes. Heitor Villa-Lobos se apresenta no palco do Municipal apoiado em um guarda-chuva e calçando chinelos

17.fev.1922 — A última noite da programação é totalmente dedicada à música de Villa-Lobos. As vaias continuam até que a maioria pede silêncio para ouvir Villa-Lobos. Os instrumentistas tentam executar as peças incluídas no programa apesar do barulho feito pelos espectadores e levam o recital até o fim

Logo após os bulhentos espetáculos do Teatro Municipal, é lançada a revista “Klaxon”, que divulga as produções da nova escola. Calcados no êxito conseguido com as agitadas noites de fevereiro, os jovens artistas conseguem espaço e estímulo para, ainda em 1922, dar continuidade ao seu trabalho. Mário de Andrade lança “Paulicéia Desvairada”, o livro de poesias no qual todos os procedimentos poéticos mais arrojados eram expostos e reunidos pela primeira vez. Oswald de Andrade lança “Os Condenados”.

Exemplares 01,02,04,05 e 08 da revista Klaxon. fonte: Brasilianas.org

Klaxon 001

Klaxon 002

Klaxon 004

Klaxon 005

Klaxon 008

Espero que vocês apreciem.

Sds,

DC

Semana da arte moderna de 22

fevereiro 9, 2011

No mês de fevereiro de 1922 aconteceu a Semana de Arte Moderna. Evento que simbolizou uma quebra de paradigmas na forma de pensar a cultura no Brasil da época. Ela representou uma verdadeira renovação de linguagem e na arte.

Inspirado nesse espírito de contextação aos paradigmas vigentes, veremos nos posts de quarta deste mês mais sobre essa semana que foi um ponto singular na história do Brasil.

A obra de arte de hoje não podia ser outra senão Abaporu, de Tarsila do Amaral.

Em um momento onde queria-se quebrar com os padrões europeus e criar algo genuinamente brasileiro, Tarsila do Amaral pintou o Abaporu, nome tupi-guarani que significa “Homem que come” representando o processo antropofágico de deglutir os padrões até então vigentes e recriar uma forma brasileira de arte.

O quadro não segue as proporções normais (quebra com os padrões), onde o corpo tem uma relevância muito maior do que a cabeça, dando destaque ao trabalho braçal – que era predominante no Brasil.

A presença do sol e do cacto valoriza elementos simbólicos do Brasil – semi-árido.

Seria um bom momento para repensar sobre os paradigmas que reproduzimos.

Sds,

DC

Arte para salvar

fevereiro 2, 2011

Encontrei no Blog Magenta – Design e outras transas um post que me chamou a atenção. Aproveitando o dia de hoje que fala sobre arte, cai muito bem!

Com criatividade e inciativa, os artistas Guilherme Marconi e Eduardo Recife se uniram à Urban Arts e criaram o projeto Região Serrana – Arte Salva. Os artistas que estão nessa empreitada são:

Lista de Artistas participantes:

Alberto Seveso                       http://www.burdu976.com

Alexandre Soma                    www.alexandresoma.com

Anna Anjos                              www.annaanjos.com

Artur Kjá                                   http://www.hc1506.com

Bruno Mota                              www.obrunomota.com

Brendan Monroe                    www.brendanmonroe.com

Camila Matos                           http://www.flickr.com/photos/camilamatos

Caroline Gariba                       http://www.flickr.com/photos/carolinegariba

Catarina Gushiken                  www.catarinagushiken.com

CrisVector                                 http://www.crisvector.com

Danilo Kato                               http://www.danilo-kato.com

Danilo Rodrigues                    www.danilorodrigues.com

Dimas Forchetti                      www.flickr.com/photos/dimasforchetti

Draco                                           http://www.dracoimagem.com

Eduardo Recife                        www.misprintedtype.com

Elisa Sassi                                   http://www.elisasassi.com

Elvis Benício                             http://www.cargocollective.com/elvisbenicio

Evgeny Kiselev                        www.ekiselev.com

Firmorama                                www.firmorama.com

Guilherme Marconi                www.marconi.nu

Herbert Baglione                     http://www.herbertbaglione.blogspot.com

Indio San                                    www.indiosan.com

Julien Pacaud                           http://www.julienpacaud.com

Matheus Lopes                         http://www.mathiole.com

Matt Lyon                                   http://www.c8six.com

Michael Ostermann                www.michaelostermann.com

Mulheres Barbadas                 http://www.mulheresbarbadas.com

Murilo Maciel                            www.grafikdust.com

My.s                                               http://www.my-sss.com

Nanda Corrêa                            www.kammiatelier.com

Nelson  Balaban                        www.xtrabold.net

Nice Lopes                                   http://www.nicelopes.blogspot.com

Peter Jaworowski                    www.arsthanea.com

Pianofuzz                                     http://www.pianofuzz.com

Radim Malinic                           http://www.brandnu.co.uk

Rafael Pereira                            www.flickr.com/photos/hafaell

Rodrigo Chinellatto                www.flickr.com/photos/chinellatto

Rogerio Puhl                              www.puhl.com.br

Shadow Chen                             http://www.saltyshadow.com

THS                                                 http://www.ths.nu

Willian Sanfer                             http://www.flickr.com/williansanfe

Vale a pena conferir e ajudar.

DC

Arte nas ruas

fevereiro 2, 2011

O Grafite, para mim, é a referência em contextação dos problemas sociais urbanos. Uma explosão de cores que faz com que o cidadão comum não esqueça, ou deixe invisível, as mazelas sociais que permeiam nosso cotidiano.

Grafite ou grafito (do italiano graffiti, plural de graffito) é o nome dado às inscrições feitas em paredes, desde o Império Romano. Considera-se grafite uma inscrição caligrafada ou um desenho pintado ou gravado sobre um suporte que não é normalmente previsto para esta finalidade.Por muito tempo visto como um assunto irrelevante ou mera contravenção, atualmente o grafite já é considerado como forma de expressão incluída no âmbito das artes visuais, mais especificamente, da street artou arte urbana – em que o artista aproveita os espaços públicos, criando uma linguagem intencional para interferir na cidade. Entretanto ainda há quem não concorde, equiparando o valor artístico do grafite ao da pichação, que é bem mais controverso. Sendo que a remoção do grafite é bem mais fácil do que o piche. Fonte: wikipedia.

Espero poder mudar olhares a respeito dessa arte.

Sds,

DC

Arte urbana

janeiro 5, 2011

O intuito dessa temática é expor o lado contestador da arte. Ao procurar na internet algumas referências, encontrei no Blog “Gilnei-os” um post sobre o artista inglês conhecido como Banksy. Suas intervenções urbanas são fantásticas! Segue uma transcrição do post e algumas fotos!

Sabe quem é Banksy, o inglês de Bristol? Não! Tudo bem! Sua identidade é incerta. Não vai encontrar a foto do cara por aí. Agora, os seus trabalhos sim. Afinal são notórios, apreciados em vários lugares do mundo. Por isso, ele é o anônimo mais famoso do planeta.

Banksy é artista de rua, cujos trabalhos em stencil são marcados, sobretudo, pela provocação. As obras do cara são carregadas de conteúdo social expondo claramente uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Em telas e murais faz suas críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, provocando em seus observadores, quase sempre, uma sensação de concordância e de identidade. Apesar de não fazer caricaturas ou obras humorísticas, não raro, a primeira reação de um observador frente a uma de suas obras será o riso. Espontâneo, involuntário e sincero, assim como suas obras. (Cf. Wikipédia)

Banksy ganhou notoriedade por espalhar mensagens de grafites por muros e edifícios-ícones do mundo todo, incluindo o muro da Cisjordânia. Ele também colocou um boneco inflável representando um prisioneiro de Guantánamo na Disneylândia.

Banksy não constuma dar entrevistas. Mas dia desses, em fevereiro/2010, no Festival de Cinema de Berlim, ele “apareceu”. Quer dizer, mandou uma mensagem em vídeo para a audiência do evento, no qual, apareceu com a cabeça coberta e a voz modificada. Neste vídeo o cara falou sobre seu primeiro filme, o documentário Exit Through the Gift Shop: “A arte de rua tem vida curta, então precisava ser documentada”, disse Banksy. (BBC Brasil)

Santa Ceia

novembro 24, 2010

Encontrei essa foto no Blog “Uma pitada a mais”. Achei fantástico. Reproduzo o texto do blog:

“O fato reforça o poder da arte quando provocativa. É como se o artista, ao tocar em tabus ou lidar com a censura, tivesse seu potencial criativo aumentado. São tipos de obras que podem ficar para a história tanto por sua beleza, quanto pela polêmica que causaram. Quem não lembra do carro Holocausto, do criativo Paulo Barros (um peixe fora d’água em meio aos outros carnavalescos), que foi censurado no Carnaval de 2008? Além, é claro, do óbvio exemplo das canções brasileiras surgidas na época da ditadura.Sim, existem aquelas que só provocam, mas mesmo essas já me conquistam, já arrancam de mim aquele sorriso de boca fechada.”

Adoro provocações inteligentes.

Saudações

DC