Posts Tagged ‘amor’

Outras visões do amor

outubro 20, 2010

Na tela O Amor Abraça o Universo, a Terra,  Eu, Diego e o Sr. Xólotl, a artista Frida Kahlo expõe o amor como a força cósmica que move as coisas e as pessoas, conduzindo-as e mantendo-as juntas e protegidas.

Vimos pelo menos duas interpretações sobre o amor. Uma de Keith Haring e agora de Frida kahlo.

Como é prazeroso ver dois artistas de peso falando de um mesmo tema. Isso mostra o quanto é multifacetado as coisas importantes que devemos ter como valor.

Um grande abraço,

DC

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Sobre o amor

outubro 13, 2010

O artista nova-iorquino Keith Haring (1958-1990), representa o amor como uma grande festa, em que cada um dança do seu próprio jeito, porém a música é a mesma para todos.

Devemos entender o amor como uma forma de respeito e atenção para com o diferente na sua diferença, seja uma outra pessoa, cultura, religião ou estilo de vida.

Adaptado do livro: Explicando a Filosofia com Arte, de Charles feitosa.

Para pensar.

Abraços,

DC

Soneto de Shakespeare

julho 13, 2010

Para sentir…

Let me not to the marriage of true minds
Admit impediments. Love is not love
Wich alters when it alteration finds,
Or bends with the remover to remove:
O, no! it is an ever-fixed mark,
That looks on tempests and is never shaken;
It is the star to every wandering bark,
Whose worth´s unknown, although his height be taken.
Love´s not Time´s fool, though rosy lips and cheeks
within his bending sickle´s compass come;
Love alters not with his brief hours and weeks,
But bears it out even to the edge of doom.
If this be error, and upon me prov´d,
I never writ, nor no man ever lov´d.

Que eu não veja empecilhos na sincera
União de duas almas. Não amor
É o que encontrando alterações se altera
Ou diminui se o atinge o desamor.
Oh, não! amor é ponto assaz constante
Que ileso os bravos temporais defronta.
É a estrela guia do baixel errante,
De brilho certo, mas valor sem conta.
O Amor não é jogral do Tempo, embora
Em seu declínio os lábios nos entorte.
O amor não muda com o dia e a hora,
Mas persevera ao limiar da Morte.
E, se se prova que num erro estou,
Nunca fiz versos nem jamais se amou.

Tradução: Ivo Barroso