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Comece com você

dezembro 27, 2010

Todos reclamamos dos governantes. Porém, esquecemos que eles são reflexo de toda uma sociedade. Uma das grandes mensagens que este blog tenta passar é para que todos nós sejamos a mudança que queremos ver no mundo.

Este texto veio a mim por e-mail (um desses e-mails virais da internet). Como o próprio assunto do e-mail diz, É PURA VERDADE.

Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arrruda? do Sarney? do Collor? Do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos politicos distritais de Brasilia? do Jucá? do Kassab? dos mais 300 picaretas do Congresso? E você?

Brasileiro Reclama De Quê?

O Brasileiro é assim:

1. – Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

2. – Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

3. – Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

4. – Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, dentadura.

5. – Fala ao celular enquanto dirige.

6. -Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

7. – Para em filas duplas, triplas em frente às escolas.

8. – Viola a lei do silêncio.

9. – Dirige após consumir bebida alcoólica.

10. – Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

11. – Espalha mesas, churrasqueira nas calçadas.

12. – Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

13. – Faz ” gato ” de luz, de água e de tv a cabo.

14. – Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

15. – Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda para pagar menos imposto.

16. – Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

17. – Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10 pede nota fiscal de 20.

18. – Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

19. – Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

20. – Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.

21. – Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.

22. – Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

23. – Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

24. – Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

25. – Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

26. – Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos como clipes, envelopes, canetas, lápis…. como se isso não fosse roubo.

27. – Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

27. – Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

28- Mente a idade para tomar vacina que o governo estipulou faixa etária,para poder atender os mais criticos.

30. – Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

31. – Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.  

32- Mente idade dos filhos para pagar mais barato em estabelecimentos como parques e cinemas.

33- Percebe que a moça do caixa se atrapalhou e deu troco a mais ou deixou de cobrar algo e finge que não percebeu.Ainda sai contando vantagem para todo mundo.

E quer que os políticos sejam honestos…

Escandaliza- se com a farra das passagens aéreas…

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

(Cada povo tem o governo que merece)

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!

Vamos dar o bom exemplo !

Espalhe essa idéia !

A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes e assim provavelmente, um dia teremos politicos melhores !

O Jeitinho Brasileiro é uma forma de corrupção? (Corrupção – parte 4)

abril 19, 2010

Seguindo os posts sobre corrupção, temos agora a discussão sobre o famoso jeitinho brasileiro. Ele é uma forma de corrupção?

Ao pesquisar o termo na internet encontrei milhares de respostas. Algumas delas bem interessantes, que utilizarei aqui para embasar nossa discussão.

(…) O que levamos desta vida inútil

Tanto vale se é

A glória, a fama, o amor, a ciência, a vida,

Como se fosse apenas

A memória de um jogo bem jogado

E uma partida ganha a um jogador melhor

A glória pesa como um fardo rico,

A fama como a febre,

O amor cansa porque é a sério e busca,

A ciência nunca encontra,

E a vida passa e dói porque o conhece…

O jogo de xadrez

Prende a alma toda, mas perdido, pouco

Pesa, pois não é nada (…)

Ricardo Reis (Fernando Pessoa)

Começo com uma poesia de Fernando Pessoa. Ela inicia também um artigo de Fernando C. Prestes Motta e Rafael Alcadipani sobre o jeitinho. O artigo descreve uma situação do jeitinho bastante ilustrativa. Vejamos:

Sujeito a quase um ano desempregado, casado, três filhos, vivendo do dinheiro de faxinas esporádicas da mulher, descobre que uma loja está precisando de carregador. Vai até a loja, conversa com o dono, que gosta muito dele. Existem mais 13 pessoas na busca pela vaga. Depois de conversar com a esposa do dono da loja, consegue o emprego. Para tanto, precisa estar na loja no dia seguinte às 8 horas com a carteira de trabalho, caso contrário, perde a vaga.

Volta para casa feliz e contente com o emprego conquistado. Procura a carteira de trabalho e, para seu desespero, percebe que a perdeu. Como precisa do documento impreterivelmente no dia seguinte, vai à Junta do Trabalho para fazer um novo. Vale destacar que a maioria dos órgãos governamentais do serviço público no Brasil parece retirada de um conto de Kafka, tamanha a lentidão e a “burocracia” que apresenta.

Lá chegando, após ficar duas horas e meia na fila para ser atendido, a funcionária, com um mal humor ímpar, informa que o documento somente ficará pronto dentro de um mês, já que esse é o procedimento padrão pelo qual todos, sem exceções, devem passar.

Nosso personagem fica desesperado e conta toda sua história, com rigor de detalhes, para a funcionária. Ela pára, pensa, repensa e discute, fala que não tem como… Mas, depois da persistência de nosso ex-desempregado, passa o caso dele na frente de todos os demais e consegue a carteira de trabalho em 45 minutos. Ele agradece e vai embora feliz. Para nós, brasileiros, “deu-se um jeitinho” para o ex-desempregado.

O jeitinho brasileiro é o genuíno processo brasileiro de uma pessoa atingir objetivos a despeito de determinações (leis, normas, regras, ordens etc.) contrárias.

No blog Críticas e Reflexões, temos a definição de jeitinho como: a malandragem histórica do nosso povo. Malandragem com a qual temos contato desde pequenos e ouvimos constantemente nos meios de comunicação e, indiretamente, presenciamos nos atos das pessoas. Há quem tenha orgulho do “jeitinho”, que por ser tão comum, até prefiro omitir as aspas. No entanto, a idéia do malandro está associada à esperteza, como se houvesse algo de esperto em dizer “odeio político ladrão, mas se estivesse no poder, também roubaria”. O cidadão heroicamente afirma que tem orgulho de ser brasileiro e por isso naturalmente faz uso do jeitinho, mas não percebe que esta “marca nacional” é uma das impulsoras do nosso regresso.

Por falar em malandragem, não podemos deixar de lembrar do nosso Zé Carioca, papagaio José Carioca, criado no começo da década de 40 pelos estúdios Walt Disney em uma turnê pela América Latina, que fazia parte dos esforços dos Estados Unidos para reunir aliados durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). (Mais informações no Wikipedia)

Que saudade do zé… lia muitos gibis com suas histórias…

Roberto Damatta, no artigo da Revista de História da Biblioteca Nacional, escreve que o jeitinho se confunde com corrupção porque desiguala o que deveria ser tratado com igualdade.

Já Leonardo Avritzer, também na mesma revista, destaca, além da posição de Roberto Damatta, o lado positivo da capacidade de adaptação em diferentes situações. Isso dá ao país uma flexibilidade política e uma capacidade de inovação desejáveis. Aliás essa é uma das características (a do jeitinho) mais reconhecidas nos CEOs brasileiros em todo mundo. Ainda não sei o motivo de estarmos tão atrás no ranking de inovação no mundo. Segundo a revista The Economist, o Brasil fica em 49ª posição. Com a 6ª maior economia mundial, acho que poderíamos estar melhores classificados.

No Blog “Mula sem Cabeça: (Des)construindo o existir” escreve um texto interessantíssimo que menciona a posição de Alberto Guerreiro Ramos, que o jeitinho é uma categoria central da sociedade brasileira. Não que ele atribua a um caráter exclusivamente do Brasil. Ele define o jeitinho, e outros mecanismos, como “processos crioulos” característicos de povos latino-americanos.

Essa característica, o jeitinho, segundo Guerreiro, é resultado de uma discrepância existente entre nossas instituições sociais, políticas e jurídicas e as práticas sociais, isto é, entre o que está prescrito, regulamentado, e as práticas reais tanto do Governo como da sociedade.

Quanto ao aspecto histórico do jeitinho, estaria ligado ao que alguns historiadores chamam de “feudalismo tardio”, característica comum em vários países da América Latina.

Nas relações feudais, havia uma profunda desigualdade jurídica, sendo que as leis só eram aplicadas com rigores aos servos e vassalos, enquanto que havia uma flexibilidade para a elite da época. Nenhuma novidade, né?! Porém, alguns autores defendem que a questão da desigualdade no sistema jurídico não está obrigatoriamente numa estrutura feudal mas sim numa visão hierárquica do mundo.

E o blog da Mula continua: “Existem variados fatores que explicam o fato do jeitinho brasileiro ser tal como é, mas nenhum deles justifica…Já se perguntaram por que existem tantos corruptos no poder?

Já se perguntaram por que quem não está no poder gostaria de estar para fazer seu pé-de- meia?

Porque somos um povo corrupto, que formou um Estado corrupto e que hoje ainda acredita que a corrupção faz parte do processo de progredir, aceitando como verdade absurdos do estilo “Rouba mas faz alguma coisa…”. A função do cidadão é fazer isso, “alguma coisa”, ele é pago para isso e não para enriquecer às custas do trabalho árduo de um povo inteiro.

Pera aí, se um cidadão em uma empresa rouba, o cara ta ferrado. Já era! Se um cara faz alguma trangressão no Japão, tempos depois o cidadão se mata. Se um cara no Brasil rouba uma nação inteira, é afastado, anos depois ele vira senador e tem grande influência nos círculos do poder.

Somos corruptos, volto a frisar isso novamente, principalmente nós cidadãos justos e honestos por vermos essa palhaçada no país inteiro e nada fazermos além de dizer que é muito maior que nós…”

Lembro mais uma vez a frase de Gandhi que diz que devemos ser a mudança que queremos ver no mundo. Se continuarmos com o jeitinho, os políticos irão continuar com o jeitinho deles.

Não posso deixar de terminar o post com o texto que se segue, retirado também do Blog acima citado:

Não estará na hora de transformar o jeitinho brasileiro em o “jeito do Brasil”?

Um jeito que representa um povo sofrido, esmagado por uma elite local e estrangeira corrupta, mas que, acima de tudo, é um povo cordial, alegre, que ri das próprias desgraças e nunca perde a fé que as coisas vão melhorar, mesmo quando não existe nem ao menos um lampejo de luz no final do túnel. Um povo guerreiro que nunca abandona a peleja levando consigo, somente, a esperança – aquela que nunca morre…

Não preciso dizer mais nada né.

Boas Reflexões.

Faça algo pelo mundo hoje: não dê jeitinho.

Abraços,

DC.

Olha, olha, olha, água mineral

março 22, 2010

Bebeu água, não!
Tá com sede, tô!
Olha, olha, olha, olha a água mineral
Água mineral
Água mineral
Água mineral
Do Candeal
Você vai ficar legal

Carlinhos Brown

No dia Mundial da água, diversas notícias saíram reportando a situação da água no Brasil e no mundo. “Acesso à água potável é questão de direitos humanos” noticia Carlos Araújo, da Rádio ONU em Nova York. “Quase 900 milhões sem acesso a água potável” noticia o a agência de notícias Envolverde.

Bom e a história do “Terra, Planeta Água”?

Planeta Água
Guilherme Arantes
Composição: Guilherme Arantes

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão…

Águas escuras dos rios
Que levam
A fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população…

Águas que caem das pedras
No véu das cascatas
Ronco de trovão
E depois dormem tranqüilas
No leito dos lagos
No leito dos lagos…

Água dos igarapés
Onde Iara, a mãe d’água
É misteriosa canção
Água que o sol evapora
Pro céu vai embora
Virar nuvens de algodão…

Gotas de água da chuva
Alegre arco-íris
Sobre a plantação
Gotas de água da chuva
Tão tristes, são lágrimas
Na inundação…

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra…

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água…(2x)

Água que nasce na fonte
Serena do mundo
E que abre um
Profundo grotão
Água que faz inocente
Riacho e deságua
Na corrente do ribeirão…

Águas escuras dos rios
Que levam a fertilidade ao sertão
Águas que banham aldeias
E matam a sede da população…

Águas que movem moinhos
São as mesmas águas
Que encharcam o chão
E sempre voltam humildes
Pro fundo da terra
Pro fundo da terra…

Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água
Terra! Planeta Água…(2x)

Como uma ironia, o Planeta Água possui um grave problema: a falta de água potável. Caro leitor, a pergunta que surge naturalmente aqui é: Mas por quê?

Continuando a pesquisa pela internet, temos:

“45 bi de litros de água no ralo”. Número refere-se à perda de água tratada em seis cidades da região em 2009; volume daria para abastecer dois municípios (link no final do post).

Esta notícia relata o desperdício de água nos município do ABCD de São Paulo. Imagina isso no mundo todo? Doeu essa não? O problema de você ser um questionador é que há perguntas que machucam.

Chegando ao ponto: O próprio homem produz o seu problema. Então é por meio dele que iremos resolvê-lo. Necessitamos de rever nossos hábitos.

Não vou mergulhar em mais perguntas pois o imperativo da mudança de hábito é urgente. Necessário. Neste dia mundial da água, faça uma reflexão: Em que posso mudar?

Estatísticas para refletir:

Para refletir I

Apenas 3% de toda a água do Planeta são próprias para consumo. O restante é salgada demais para ser consumida.

Dos 1,1 bilhão de pessoas, ou um sexto da população mundial, não tem acesso à água potável. A ONU calcula que por dia morram seis mil pessoas por doenças ligadas ao consumo de água contaminada.

No Brasil, em pleno século 21, apenas 51,3% das residências têm saneamento básico.

De acordo com a ONU, no mundo 1 bilhão de pessoas sofrem com o problemas de escassez de água.

A poluição industrial deixou de ser o único vilão da história. O maior problema hoje enfrentado, principalmente, nos grandes centros é a poluição doméstica. Dois milhões de toneladas de lixo são lançados em cursos de água todos os dias no mundo. Quanto aos efluentes industriais 70% são lançados sem tratamento adequado nas águas.

Em 2005, cerca de 2,8 bilhões de pessoas viviam em áreas onde o consumo de água excedia em 40% a capacidade dos recursos disponíveis. Este número poderá chegar a 3,9 bilhões em 2030, caso políticas mais eficientes não sejam adotadas de imediato.

Fonte: Jornal O Globo – 22/03/2009

Para refletir II

Embora o Brasil detenha 12% da água do Planeta, o país enfrenta problemas de distribuição desigual.

2,6 milhões de pessoas no mundo vivem sem saneamento.

US$ 56 bilhões são os investimentos previstos para novas plantas de dessalinização no mundo todo até 2030.

US$ 772 bilhões são a média anual de investimentos globais necessários para suprir até 2015 serviços de água e esgoto no mundo.

900 crianças morrem diariamente todos os dias por problemas ligados à água.

1,8 milhão de pessoas morrem diariamente por doenças de veiculação hídrica.

US$ 400 bilhões por ano é quanto movimenta o mercado global para infraestrutura de água e saneamento.

2 milhões de toneladas de lixo são lançadas em cursos d’água todos os dias.

24 milhões de quilômetros cúbicos de água doce do planeta se encontra sob a forma de gelo ou neve em regiões de montanhas, na Antártica ou no Ártico.

Cerca de 30% da água doce está no subsolo, em pântanos, no permafrost ou em bacias profundas a 2 mil quilômetros da superfície. Isso significa 97% da água em potencial do Planeta.

Cerca de 70% da água usada no mundo vai para a irrigação, 22% é empregada na indústria, 8% é consumo doméstico.

Cerca de 70% dos efluentes industriais, nos países em desenvolvimento, são lançados sem tratamento, em corpos de água.

2 a 4 litros é o consumo diário de água para cada pessoa, mas são necessários entre 2 mil a 5 mil litros de água para produzir a quantidade diária de alimentos por pessoa.

Entre 1991 e 2000 mais de 665 mil pessoas morreram em 2.557 desastres naturais, 90% desses eventos estavam relacionados com a água.

Em 60 das cidades européias com mais de 100 mil habitantes a água do subsolo tem sido utilizada a uma velocidade maior que a capacidade de reposição.

A população mundial de 6 bilhões de pessoas usa 54% de toda a água doce acessível e encontradas em rios, lagoas e aquíferos no subsolo.

O Painel Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC) estima que a produtividade da agricultura que depende da chuva pode cair 50% em 2020.

Terras irrigadas no mundo somam 277 milhões de hectares, cerca de 20% de todas as áreas plantadas. Os outros 80% correspondem a agricultura que sobrevive da chuva.

A irrigação aumenta a produtividade das colheitas de 100% a 400% e culturas irrigadas respondem atualmente por 40% da produção de alimentos do mundo.

Desde 1900 o mundo perdeu metade das áreas pantanosas.

O setor alimentício é responsável por 40% dos poluentes orgânicos da água em países de alta renda e por 54% nos países de renda baixa.

Em 2025, 1,8 bilhão de pessoas estarão vivendo em países ou regiões com absoluta escassez de água e dois terços da população mundial viverá em condições de falta de água.

Fonte: World Water Assessment Programme, Food and Agriculture Organization (ONU), Global Environment Outlook (GEO-4), Human Development Report 2006, World Business Council for Sustainable Development, United Nations Environment Programme (Unep).

Publicado no Valor Econômico – Valor Especial Água – 03/2009 e Revista EU& -13/02/2009

Links para as matérias:

http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/acesso-a-agua-potavel-e-questao-de-direitos-humanos/

http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/quase-900-milhoes-sem-acesso-a-agua-potavel/

http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/15458/45+bi+de+litros+de+agua+no+ralo

http://sabercuidar.org/?p=233