Os limites de todos

Já parou para pensar sobre o respeito? Direitos? Temos que ter em mente que vivemos em uma sociedade, onde interesses e poderes fluem em uma dinâmica assustadora. Todos têm um interesse. O poder flutua entre as pessoas, dependendo da situação.

No meio dessa fluidez, onde os limites são tênues, lembrei-me de obras do artista Anish Kapoor.

Do wikipedia, uma breve explicação do artista:

Nascido em Bombaim em 1954, Kapoor cursou na prestígiada Doon School, em Dehra Dum, em seu país natal. Mudou-se para a Inglaterra em 1972, onde continuou seus estudos, desta vez no Hornsey College of Art e na Chelsea School of Design. Começou a ganhar notoriedade internacional no início dos anos 80, quando foi considerado um dos escultores britânicos que vinham explorando novos estilos de arte.

As obras de Kapoor são freqüentemente simples, formas curvas, normalmente de só uma cor ou brilhantemente colorida. Em sua maioria, a intenção é prender a atenção do público, invocando um mistério através das cavidades escuras de seu trabalho, normalmente com seu tamanho e beleza simples. Ele usa pigmento em seus trabalhos e em torno deles. Essa prática foi inspirada pelos brilhantes e coloridos pigmentos nos mercados e templos índianos. Depois, seus trabalhos começaram a ser sólidos e muito deles possuiam aberturas cavadas e cavidades, e mexendo com opostos. (como terra-céu, material-espírito, luz-escuridão, vísivel-invísivel, masculino-feminino e corpo-mente). Seus trabalhos mais recentes são baseados em espelhos, refletindo ou distorcendo o público.

Desde os anos 90, Kapoor produziu vários trabalhos grandes, incluindo Taratantara (1999), uma obra de 35 metros instalada em Baltic Flour Mills no Gateshead, Inglaterra, antes da renovação começar lá e Marsyas (2002), um grande trabalho de aço e PVC instalado em Turbine Hall de Tate Modern. Um arco de pedra de Kapoor foi colocado permanentemente na costa de uma lago em Lodingen ao norte da Noruega. Em 2000, um dos trabalhos de Kapoor, Parabolic Waters, considerado uma rápida rotação de água colorida, foi mostrado ao lado de fora de Millennium Dome, em Londres. Em 2001, Sky Mirror, um grade espelho que refletia o céu, foi comencionado em Nottingham. Em 2004, Cloud Gate, uma escultura inoxidável de aço de 110 toneladas, foi exibida em homenagem às vítimas britânicas no atentado de 11 de setembro em Nova Iorque. O mais recente trabalho de Kapoor confunde os limites entre a arquitetura e a arte.

Reflita sobre seus limites. Não falo sobre os limites físicos, mas os limites sociais.

Abraços,

DC

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