Poemas e seu poder transformador

Ao navegar por blogs, notícias e afins, esbarrei com um post do Blog “Momento Arrá” do Rodrigo Baggio, fundador do CDI.

O blog tem uma proposta muito interessante: narrar o mundo das empresas sociais e narrar os momentos “Arrás” das pessoas. O momento Arrá é quando vem a idéia, EUREKA!!! Recomendo o acesso.

Pois bem, encontrei uma história muito interessante. A história de Michele Hunt. Sua descrição no Blog é esta:

Ela foi a primeira mulher oficial de condicional nos EUA e primeira mulher vice-diretora de um presídio primeira. Foi a primeira mulher e a primeira pessoa negra a estar na equipe top de gerência de uma empresa da lista de 500 melhores da Forbes, a Herman Miller, na década de 80, então maior fabricante mundial de móveis para escritório. Ela liderou um equipe que promoveu um reposicionamento mundial da empresa, o que rendeu à companhia diversos títulos, entre eles o de mehor empresa para trabalhar.

Tanta competência fez Michele ser convidada pelo ex-presidente Clinton para estar em sua administração, liderando uma equipe para catalisar mudanças e se reportando diretamente ao Al Gore, ganhador do Prêmio Nobel da Paz e então vice-presidente norte-americano.

Pois bem, falei do Blog e da Michele para justamente falar do poema que motivou-a a fazer muitas coisas. Poema de Marianne Williamson:

Our deepest fear is not that we are inadequate. Our deepest fear is that we are powerful beyond measure. It is our light, not our darkness that most frightens us. We ask ourselves, Who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous? Actually, who are you not to be? You are a child of God. Your playing small does not serve the world. There is nothing enlightened about shrinking so that other people won’t feel insecure around you. We are all meant to shine, as children do. We were born to make manifest the glory of God that is within us. It’s not just in some of us; it’s in everyone. And as we let our own light shine, we unconsciously give other people permission to do the same. As we are liberated from our own fear, our presence automatically liberates others.

Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados. Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos além da medida. É a nossa luz, não nossa escuridão que mais nos assusta. Nós nos perguntamos: Quem sou eu para ser brilhante, maravilhoso, talentoso e fabuloso? Na verdade, quem é você para não ser? Você é um filho de Deus. Bancar o pequeno não serve ao mundo. Não há iluminação em se encolher para que outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você. Somos todos feitos para brilhar, como fazem as crianças. Nós nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós. Não é apenas em alguns de nós, está em todos. E quando deixamos nossa luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo. Quando nos libertamos do nosso medo, nossa presença automaticamente liberta os outros.

Um poema que dá o que pensar hein… não acha?

Fica a provocação para você. Se quiser deixar um comentário, será muito bem vindo.

Abraços,

DC

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