Resumo Pictográfico Semanal

Para os que ainda acompanham a Copa, ou a Prisão do Bruno, as notícias da Terra:

2ª: JERUSALÉM (Reuters) – O primeiro-ministro palestino, Salam Fayyad, se reuniu com o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, na segunda-feira para o primeiro diálogo entre altas autoridades dos dois países desde o início das negociações indiretas de paz há dois meses. Quem sabe os países não chegam a um acordo e muda a história de relações confituosas.

3ª: Por Pracha Hariraksapitak. BANGCOC (Reuters) – O governo tailandês prorrogou na terça-feira o estado de emergência imposto em cerca de um terço do país durante os recentes protestos políticos, anunciou um ministro, alegando que ativistas de oposição estariam incitando a população. Militantes “camisas vermelhas”, partidários do ex-premiê Thaksin Shinawatra, ocuparam o centro de Bangcoc durante várias semanas neste ano, e em abril e maio houve confrontos que deixaram 90 mortos e quase 2.00 feridos.

4ª:  Por Fernando Exman. BRASÍLIA (Reuters) – O Senado aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que cria uma nova estatal destinada a gerir os interesses da União nos futuros contratos de partilha de produção para as promissoras áreas do pré-sal brasileiro. A nova empresa, inicialmente denominada Petro-Sal, deverá se chamar Pré-Sal Petróleos SA e também será responsável pelos contratos de comercialização da parcela da União do petróleo e do gás que forem retirados da camada pré-sal no sistema de partilha.

5ª: Por Isabel Versiani. BRASÍLIA (Reuters) – A elevação da renda dos brasileiros e o real valorizado tem levado a uma explosão das importações de produtos de bens de consumo, um processo que tende a contribuir para o controle inflacionário, mas que também levanta preocupações em segmentos do governo e da indústria nacional. O temor é que, diante de um eventual desaquecimento da demanda interna, empresas instaladas no país percam mercado para concorrentes estrangeiros, com impacto sobre a produção e o emprego domésticos.

6ª: Por Rodrigo Viga Gaier. RIO DE JANEIRO (Reuters) – A candidata pelo PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira que rubricou mas não assinou o programa de governo protocolado no TSE com pontos polêmicos, como a taxação de grandes fortunas e o combate ao monopólio da comunicação. Dilma reiterou que não leu o documento e que pensava em se tratar de um programa de governo atualizado e não de um plano de governo construído durante o Congresso do PT no mês de fevereiro. “Eu não assinei documento nenhum…eu rubriquei páginas. Não olhei porque achei que era aquele programa (feito em junho). Não achei que era o programa de fevereiro. Achei que iam botar o que nós tínhamos acertado em junho. Foi um erro”, disse ela em entrevista à Rádio Tupi.

Rubricou mas não assinou. Essa é boa….

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