Brincando de criar e suas consequências

Bom dia!

Jornais de todo o mundo hoje noticiam a criação de uma bactéria com o seu DNA sintético. Um feito muito importante tecnicamente para a fronteira da biotecnologia mundial.

Como sempre, algumas perguntas atravessam a minha mente sobre isso.

Levantou-se, com a noticia, a hipótese de criar organismos celulares que desempenham uma função específica: absorver CO2, produzir hidrocarbonetos e consequentemente combustivel…

Idéia brilhante. Agora, e o outro lado? Criação de novas bactérias mais mortais, desenvolvendo exponencialmente sua eficácia. Sei que essa frase soa como teoria da conspiração, mas é uma hipótese bastante plausível. Até que ponto os preceitos ética vão conseguir se segurar frente a propostas zilionárias para construção de armas biológicas? Pois o processo de sintetização do DNA vai ser patenteado, acessível a todos que tenham investimentos vultuosos em combustíveis ou em terrorismo.

Outro ponto que vai gerar muita discussão é a fronteira entre Ciência e Fé. Essa faixa de Gaza filosofia terá mais munição ainda. Dizia-se que o DNA seria o código de Deus. Agora que foi criado um por computador, a afirmativa está sendo repensada.

Outro ponto interessante é aprofundar outra discussão que é centralizada na dualidade homem-máquina. Desde o filme Robocop, passando por AI – inteligência artificial e tantos outros que provocam a sociedade a discutir a mecanização do homem e a humanização da máquina.

Você já pensou alguma coisa sobre isso?

Fica a provocação para você.

Abraços,

DC

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